domingo, 9 de agosto de 2009

Eu amo...

Eu amo escrever... E é bem provável que eu ame também cada single word que eu venha a escrever nesse texto. Eu amo as palavras, mesmo as feias, muitas delas ficam bonitas quando combinadas com outras palavras. Eu amo cores, amo quando o céu está estrelado, mas amo mais ainda quando está chovendo muito e eu estou deitada na minha cama, ouvindo o barulho das gotas caindo, do vento soprando. Melhor ainda quando estou em Campos de Jordão, na casinha de madeira... O barulho das gotas de chuva caindo parecem ser multiplicados ao infinito lá. Eu amo estar perto de pessoas que eu gosto, conhecer gente nova, reencontrar amigos antigos, mas também amo ficar sozinha. Me sinto independente quando olho em volta e não vejo nenhuma alma viva que não a minha. Amo ler e amo também o cheiro de livros velhos, mesmo sendo alérgica a alguns deles. Amo bolo de chocolate fresquinho, uma coca cola bem gelada e batatas fritas de carinha. Amo mais do que tudo me sentir livre, mesmo sendo raras as oportunidades em que isso acontece. Amo andar pelas ruas e não ver carros, não ver pessoas, não ouvir barulhos, por mais que isso me dê medo às vezes... Gosto de luzes, fico feliz quando vejo muitas luzes e elas parecem se fundir, tornando-se uma grande luz. Adoro faróis de carros, cascas de lápis e pó de borracha. Amo colecionar tudo o que eu vejo, mesmo que algumas coleções acabem contando apenas com dois itens... Amo quando amanhece frio, mas nada se compara ao prazer que sinto quando amanhece frio e eu lembro que é sábado. Gosto de arco-íris, mesmo achando eles meio apagados. Amo mais do que tudo dormir, dormir no frio, dormir com chuva, dormir no calor com um ventilador ligado, dormir fora, dormir em casa, dormir na sala, dormir com a televisão ligada, dormir... Quando durmo bem, amo acordar.
Amo sair do colégio em uma sexta feira e ir para casa assistir filmes deitada no sofá sabendo que tenho algum programa a noite. Amo a vila madalena, mesmo quando não tem ninguém... Adoro o Ramones e acho o carinha de lá gente boa. Amo chocolate derretido, lajotinha e sorvete belga da haagen-dazs, nuggets com queijo e peru de natal, omelete com ketchup e o hamburger do Joaquin's. Amo viajar e sonhar que algum dia eu irei conhecer o mundo... Amo ouvir música enquanto imagino pedaços da minha vida que tenham a ver com a tal música. Amo quando o lastfm acerta e me indica bandas boas, gosto SEMPRE da música mais lenta da banda mais trash, da música mais agitada da banda mais suave e geralmente afirmo que ainda vou saber tocar algum instrumento, aliás, amo música no geral. Amo meu ipod e quando ele está carregado, amo receber uma mensagem de texto inesperada com uma notícia boa ou uma ligação de uma pessoa que eu gosto muito. Amo quando me chamam para sair, mesmo que seja um convite do tipo "Vamos sair um dia desses", isso significa que alguém quer me ver... Mesmo que no futuro, mas quer me ver. Amo desmascarar mentiras, por mais que às vezes me machuque com algumas delas, amo não ter lição de casa e amo rir. Gosto de achar coisas tristes engraçadas e vice-e-versa. Amo cinema, mas amo ainda mais cinema vazio, amo rever o mesmo filme duas vezes seguidas ou pagar um ingresso do cinema e assistir dois filmes. Não viveria uma semana sem um iced coffee do Starbucks e amo qualquer tipo de café e milk shake de chocolate (sem baunilha). Amo ir a shows e cantar junto com meus vocalistas favoritos as músicas que mais gosto, amo quando meus sonhos se realizam e gosto ainda mais quando sou eu que os realizo. Amo querer alguma coisa, por mais impossível que essa coisa seja, e tentar conseguí-la a cada segundo da minha vida, amo ter objetivos. Amo óculos wayfarer, até os sem lente, amo pasta de dente de menta e fio dental de criança. Amo xarope para tosse com sabor e tylenol quando estou com febre... Adoro ficar doente e receber cuidados especiais, amo aprender alguma coisa no colégio que eu ache que vá usar algum dia, amo olhos claros e camisa xadrez, amo all star velho e nike dunk novo. Amo calça colorida e calça jeans velha. Amo ter um sonho e saber que estou cada dia mais próxima de realizá-lo, amo deixar as pessoas curiosas e andar de bicicleta. Amo fotografia, minha câmera e quando as pessoas elogiam as minhas fotos, amo meu flickr e odeio quando meu computador demora para carregar as fotos nele. Amo dias ensolarados e frios, amo mergulhar no mar e sair correndo para me secar depois, amo festas e bares de hotel. Amo laranja e roxo, bala nerds e qualquer chiclete de menta que me arranjarem, amo leggings brilhantes e quando uma roupa nova que eu compro fica boa no meu corpo. Amo fotografias em preto e branco, lomografia e polaroid. Amo Londres, Barcelona e Paris, sonho em conhecer a Califórnia e sou vidrada por THE OC. Amo corrigir os erros de português das pessoas e viajar com amigos, ou até apenas uma amiga. Amo falar abreviado fora do computador e quando digo algo e as pessoas me perguntam se eu sou maluca, adoro ter opiniões diferentes, ir contra o senso comum e ensinar coisas novas. Adoro inventar minhas próprias teorias e acreditar nelas, amo comprar vários livros e fazer uma fila de espera com eles, amo datas comemorativas e sou apaixonada pelo Natal. Adoro o segundo semestre do ano (apesar de ter o meu aniversário) e gosto quando as pessoas lembram de mim por qualquer razão inútil, amo cartões postais estrangeiros e gringos loiros no Brasil. Amo o inverno e quando tudo parece ser possível, adoro sentir que algum lugar é pequeno demais para mim e brincar de STOP com quem não gosta de roubar. Amo conversar sozinha com pessoas que eu nunca tinha visto antes e descobrir interesses comuns com ela. Amo olhar para o relógio e ver horários do tipo "04:04". Amo quando quem eu quero que leia meu blog, lê, e amo ficar contando detalhes da minha vida no twitter. Amo tanta coisa e sei que vou amar quando lembrar de um milhão de itens que eu esqueci de escrever aqui também.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Eu odeio...

Eu odeio o fato de nunca saber como começar um texto, odeio também o fato de finalizá-lo sem saber se ficou bom ou ruim, se devo publicá-lo ou não, sem saber se escrevi para mim ou para você, para ele ou para ela.
Odeio acordar muito cedo, ou tarde demais, odeio não saber que roupa vestir, que sapato usar, que cor pintar as unhas... Odeio a indecisão. Odeio saber que alguém mentiu para mim, odeio que me acusem de estar mentindo sendo que estou falando a verdade e odeio também quando me desafiam a fazer coisas que eu não quero. Odeio quando está muito calor e o sol faz minha cabeça praticamente pegar fogo, odeio sentir inveja, odeio ver crianças ou animais abandonados na rua, e odeio também quando pessoas vêm me pedir dinheiro no semáforo. Odeio não saber o que dizer para essas pessoas, e também odeio quando dão dinheiro à elas, mas não sei porque. Odeio me sentir triste, comer demais, passar fome, sentir frio e não ter com o que me agasalhar. Odeio quando o cachorro do vizinho late muito alto quando estou tentando dormir ou quando a vizinha grita com o marido. Odeio brigar... Brigas em geral. Odeio gente fútil, roupas úmidas, feijãoe quando a conexão da minha internet cái. Odeio não poder sair, ir mal no colégio ou não saber resolver alguma equação matemática. Odeio geometria, ficar com medo no escuro e não ter ninguém para me tranquilizar, odeio ficar nervosa. Odeio não saber falar todas as línguas do mundo e não ter nascido na Europa, odeio ler livros com finais ruins ou filmes sem trilha sonora. Odeio alguns monumentos históricos e quem concorda com tudo o que eu digo. Odeio não ter um namorado incrível e também odeio a inveja.
Odeio quando meu computador trava, quando uma caneta colorida minha acaba ou quando passo vontade de tomar Starbucks. Odeio quando uma festa é ruim ou quando meus pais ficam no meu pé, odeio algumas pessoas e a novela das 7. Odeio não ter paciência com quem eu amo, não dar ao meu cachorro a devida atenção que ele merece e quando o blogspot não salva meus posts. Odeio não ter tempo para fazer tudo o que tenho que fazer em um dia e odeio lição de casa. Odeio a distância. Odeio o medo. Odeio a opressão. Odeio quando os ingressos para o filme que quero ver no cinema acabam, odeio música brega e odeio funk. Odeio ver algum amigo triste e não saber como ajudar, odeio ficar triste e não ser ajudada... Odeio o fato de meus pais brigarem bastante, de algumas questões nunca se acertarem e de o banco fechar cedo. Odeio tudo o que não é 24 horas e a fome que eu fico de madrugada, odeio acordar com cólica ou depois de ter um pesadelo horrível. Odeio quando não lembro de um sonho legal ou quando não tem miojo no armário da cozinha. Odeio quebrar copos e pratos, rasgar calças legging ou quando pisam no meu pé na rua. Odeio gente mal educada e quem não pede desculpa quando está errado. Odeio quando colocam pouco chantilly no meu frappuccino, odeio encontrar uma blusa linda e esta não servir em mim, odeio perder as coisas. Odeio quem me machuca ou quebra meu coração, odeio não poder escrever minha própria história ou ser dona do destino. Odeio quando me substimam, quando o céu está sem nenhuma nuvem, ou com muitas delas. Odeio não fazer o que eu quero, na hora que eu quero, do jeito que eu quero. Odeio só ter insipiração para escrever a noite, odeio não acompanhar a novela das 8 e o fato do Big Brother só ser exibido no começo do ano, odeio também brigas de ano novo.
Odeio cor-de-burro-quando-foge, quando meu lápis quebra a ponta ou quando eu esqueço uma idéia, odeio as namoradas dos caras mais bonitos que eu conheço e odeio o fato de eles não saberem que eu existo. Odeio não pensar antes de falar, falar demais ou não falar o que quero. Odeio pensamentos do tipo "Droga, eu poderia ter dito...", odeio palhaços e pipoca queimada. Odeio comida de festa junina e perder amizades, quando meu celular fica sem sinal e eu preciso falar com alguém ou passar as sextas a noite em casa. Odeio saber que não gostam de mim, ser desprezada por qualquer pessoa ou não ser convidada para uma festa legal. Odeio quando meus pedidos do restaurante demoram demais para chegar e odeio filas. Odeio não ter tudo o que eu quero, ter que trabalhar para ter as coisas e não viver em um conto de fadas. Odeio não conhecer certas pessoas, o fato de que nunca irei em alguns shows de rock simplesmente por a banda não existir mais, odeio também ser amassada em grades de shows. Odeio ver e não ser vista, falar e não ser ouvida ou simplesmente ouvir algo que ninguém falou... Odeio quando falam comigo e eu não entendo, quando algum eletrônico da minha casa dá problema ou quando falho em algo que trabalhei muito para. Odeio muitas coisas...

E odeio odiar.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Tive um dia improdutivo.

Acho que se tem uma coisa que eu nunca fiz nesse blog foi contar sobre o meu dia, e eu sinceramente não sei porque... Fazer de um blog TAMBÉM um diário é algo tão interessante. Não só pelo fato de, daqui há alguns anos, eu irei ler essas páginas virtuais e me lembrar de vários momentos da minha vida! Sabe, falar coisas que tenham sentido como "Sexta feira eu fui à tal lugar, fiz tal coisa, falei com tal pessoa" e não apenas escrever textos que só façam sentido para mim e que só eu consiga encaixá-los em minha vida... Mas enfim, sem mais delongas, vou contar o meu dia de hoje.

Ontem eu dormi muito tarde, agora sendo mais clara: às seis horas da manhã, o que não é algo que eu costumo fazer sempre, mas como eu voltei meio tarde de um festa e ainda estava acordada, resolvi ficar mais um tempo no computador, aí acabei me interessando por uma porção de coisas e até terminar de fazer tudo o que eu queria o tempo foi passando, passando... Até que eu me toquei que deveria ir dormir. Hoje de manhã acabei acordando praticamente às quatro da tarde com minha mãe brigando comigo e dizendo que isso não era hora de se acordar, que eu deveria começar a ir me acostumando com as aulas que estão para voltar. Aulas que estão para voltar? Risos. Logo que acordei e entrei no computador fiquei sabendo que minhas aulas só voltarão no dia 17, e ainda é meio provável que eles adiem AINDA mais. Incrível, ? Agora isso soa bem... Mas no final do ano eu praticamente não terei férias, aí vou me arrepender de ter ficado torcendo para que minhas aulas
fossem adiadas.

Lá por umas cinco horas eu resolvi almoçar, como não tinha tomado café da manhã já estava ficando com fome, aí logo depois meu pai me ligou perguntando se eu não gostaria de fazer alguma coisa com ele depois que o mesmo saísse do trabalho, e eu aceitei. Então ele foi me buscar em casa umas oito horas, eu dei uma passada no Starbucks da Alameda Lorena que é do lado da casa dele e comprei um Frappuccino dark moccha delicioso, estou cogitando a hipótese de estar viciada em Starbucks Coffee, risos. Então viemos aqui para casa e ficamos conversando um pouco, agora ele já foi dormir, mas eu adoro quando consigo manter momentos legais com meu pai, sem tocar em assuntos chatos ou até brigar por coisas bestas, enfim, como acordei super tarde hoje eu provavelmente ficarei aqui no computador até tarde... Mesmo tendo que acordar meio cedo amanhã para um encontro das garotas da Galera Capricho na livraria cultura do conjunto nacional e ainda tendo uma festa a noite! Vai ser um dia cheio e cansativo, eu deveria tentar dormir, mas sei que não iria conseguir se tentasse agora, então vou ficar por aqui até perceber que está ficando muito tarde e aí irei me deitar, talvez ler um pouco, algo assim...

Eu definitivamente não pensei em nada novo hoje, não tenho nenhuma novidade para postar aqui e nem nenhum assunto específico para filosofar sobre, como eu geralmente faço, não vi nenhum filme novo para resenhar e nem terminei nenhum livro... Sabe aqueles dias cuja produção mental/social é nada menos do que ZERO? Então, hoje foi um desses dias. E eu tenho absoluta certeza de que sentirei muita falta de dias onde a única coisa que fiz foi andar até o Starbucks e tomar um iced coffee assistindo uma reunião de novos funcionários com um loirinho lindo fazendo parte dela! Tenho um trabalho de ciências para fazer até o começo das aulas mas estou morrendo de preguiça, apesar de saber todas as questões. Acho que vou fazer isso no domingo que ao que tudo indica será um dia tipo hoje, odeio domingos, tenho aversão a eles, de verdade.

Bom, antes de finalizar o post quero indicar uma banda muito legal (para quem ainda não ouviu, é claro): Bright Eyes. Mais tarde talvez eu faça um post sobre a banda e indique as músicas mais legais, clipes, entre outros, mas por enquanto é isso.

Até amanhã se eu tiver tempo de postar.


Goodbye.


"As mãos que dizem adeus são pássaros que vão morrendo lentamente."
A vida certamente é feita de idas e vindas, de despedidas e às vezes até reencontros. De momentos especiais que guardamos no coração... Mas também da vontade de repetir cada momento agradável, a sede de eternizar cada um desses instantes e de não ter que dizer "adeus" jamais. Dizer "adeus" é horrível, talvez recitar a bíblia de trás para frente seja uma atividade mais fácil, por mais que sejam inúmeras palavras difíceis... Consegue ser mais fácil do que dizer uma única palavra, uma palavra que dita a história, no caso. Uma pessoa precisa fazer parte da sua vida para que você possa - um dia - dizer "adeus" a ela, e não é fácil deixar um pedaço de uma vida escapar, por mais que em questão de tempo esse pedaço não equivala a mais do que quatro meses. Aliás, "adeus" deveria ser uma palavra só permitida em qualquer tipo de relacionamento depois do segundo ano, quando ele talvez não signifique mais tanto, quando haja sentimento demais para talvez impedir uma palavra tão fraca quando "adeus", fraca...Mas impactante.
Às vezes podemos chegar até a pensar que o silêncio das palavras talvez diga mais do que uma palavra itself, mas não acho... Um gesto, uma mão balançando de um lado para o outro como quem diz "até amanhã", é totalmente diferente de um "tchau, nós vemos em breve" um "até logo" simpático, ou qualquer outro sinônimo do triste e forte "adeus", "adeus" soa como "para sempre" ou até "um fim do para sempre"... Adeus soa mal. Mas o meu "adeus", dessa vez só quer dizer "Você está fora da minha vida..................Para sempre". Sabe como é, nunca fui do tipo que emprega significados a palavras que dizem por elas mesmas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

But I guess I'll have to settle for a for a few brief moments.

I don't like love, and I also do not like lovers.
Back than when we used to be the lovers, everything seemed different, the flowers the guy usually gives to the girl was pretty more odoriferous, the kisses in the middle of the street seemed ''ok'', but now sometimes they're just...A little bit disgusting, if you know what I mean.
I've never been the kind of people who abominates love, or say "I'll never love anyone, I'm not the lover type", I'm just the kind of person who thinks "love is just an excuse to get hurt", will you say to me that's a lie? Because if you will, get known that I won't believe you.
Even if your valentine seems just like the most beautiful and fucking perfecct valentine of the whole world, I bet it will take just some weeks, months or years (if you're a lucky one) for you to get hurt.
Getting hurt it's like a consequence of loving, and I do know that in my life I'll love again, and I'll also get hurt again, and it will run just like a vicious cycle.. Loving, getting hurt, loving, hurting, getting hurt, loving, loving a bit more, getting hurt... And there it goes.

But the worst part of all is knowing that I believed in love, that I was kinda a lover, and than I just realized that love's not worth it......Or maybe I just realized or I had to realize that you're not worth it, that you're not the fucking right one.
I know that someday I'll find MY one, you know, the perfect puzzle piece, the one that will completes me to death and all this romantic stuff, but by now it just seems like I've lost the one I had, maybe my fault, maybe yours... I bet it's yours, I at least ain't avoiding you and making you feel like a completly fool in this bad situation.
Well, I just had to write this, maybe now I feel better... And deep inside I would love you to read this words, I would love that you realized what you've done, the way you hurted me and made me think that love's just some fucking crap mankind invented to sell box of chocolates on valentine's day!
I'm sure gonna believe in love again, and you'll see it: It will be with someone much better than you.

"But I believe that lovers should be chained together
Thrown into the ocean in the worst of weather
Left there to drown
Left there to drown in their innocence".

Song: A perfect Sonnet, Bright Eyes.

domingo, 2 de agosto de 2009

Der Baader Meinhof Komplex.

Hola,
Hoje fui ao cinema com uma amiga e assistimos ao filme Der Baader Meinhof Komplex, que resenho agora:
A tradução para o português do título do filme é "O grupo Baader Meinhof", e aí, ao ouvir esse nome você provavelmente irá pensar na música do Legião Urbana, mas não, Baarder Meinhof foi um grupo anarquista radical "filho" da geração nazista que atuou na Alemanha durante a década de 70. Contra o que o grupo lutava? Bem, eles iam contra o que os próprios chamavam de "nova face do facismo", também conheciddo como o imperialismo americano que contava com várias pessoas de passado nazista. O que eles queriam era um mundo mais humano, igualitário e que seguisse os mesmos ideais que os membros do grupo, mas eles pareceram se esquecer dessa "humanidade" pré-estabelecida ao passar a lutar por ela usando táticas completamente desumanas, matando e morrendo, sangrando e fazendo sangrar, explodindo edifícios e tirando a vida de inúmeras pessoas que nada tinham com a polícia, o Estado ou seja lá quem o grupo estivesse disposto a deter... Ou até acabar com.

Eu particularmente achei o filme incrível, independentemente de ser um filme longo que conta - talvez - com cenas até repetitivas, que mostram as mesmas pessoas fazendo as mesmas coisas.
É bem o tipo de filme que você assiste e fica pensando "Nossa, o filme teria sido tão bom quanto se tivesse tal (ou até tais) cenas cortadas".

O mais legal foi que o diretor trabalhou com uma linha historiográfica e foi apresentando fatos que aconteceram cronologicamente, de acordo com o passar do tempo no filme no mundo atual e que de certa forma influenciavam nas decisões tomadas pelo grupo ou até no movimento histórico que eles presenciavam, etc.
Achei também que o filme contesta um pouco as diferenças entre os alemães e os árabes, afinal, como assim eles colocam um grupo de alemãs nuas tomando sol em pleno campo de treinamento árabe?! Não sei se o diretor pretendia, com isso trabalhar a ironia pouco presente no filme até então ou se foi simplesmente um erro de script, brincadeirinha, eu peguei a alma do negócio.

Não pude deixar de notar, após ler um pouco sobre o filme, que a palavra "Komplex" presente no título pode significar tanto "questão" quanto "grupo", o fato dessa palavra ambígua estar empregada no título me faz pensar que o filme não tem como principal objetivo discutir o grupo Der Baader, mas sim a questão do grupo, ou seja: Seus pensamentos, táticas, práticas, etc. E é isso que acontece em praticamente todo o filme, podemos conhecer os dois lados: A polícia que lida com o terrorismo do grupo e a população que sofre injustamente (em alguns casos, I mean) e ao mesmo tempo a opressão dos militares, os interesses aceitos popularmente que o grupo defende e o que eles pretendem alcançar usando, apenas, os meios errados.

Bom, é isso. O filme está nos cinemas e eu indico que todos o assistam para poderem ou contestar minha opinião ou ir de acordo com ela! E mais tarde eu faço o post sobre o filme Entre les Murs que assisti ontem.

Panic! At The Disco & The Young Veins

Como provavelmente o mundo já sabe a banda Panic! At The Disco (sim, o ! voltou) perdeu dois de seus integrantes recentemente, Ryan Ross e John Walker sairam da banda alegando ''confusões internas'', e ao contrário do que todos esperavam não se reconciliaram com Brendon Urie e Spencer Smith que agora encontraram dois novos integrantes para banda.
As duas novas peças do tabuleiro do Panic! são Ian Crawford da banda The Cab e Dallon Weekes do Brobecks (dessa banda e desse cara eu nunca ouvi falar, aliás). A banda afirmou recentemente que não vê a hora de sair em turnê com Blink 182 e No Doubt e fazer os primeiros shows com a composição nova.
Enquanto isso... Ryan Ross e John Walker não ficaram para trás dos ex-companheiros de banda e se juntaram (nada mais justo) em um novo grupo batizado de The Young Veins, foi publicado no Myspace da banda recentemente que eles estão em estúdio finalizando o disco de estréia e também uma primeira música chamada "Change".